Wednesday, August 16, 2006

Parlamento Brasileiro cheirando a enxofre

Parlamento Brasileiro cheirando a enxofre

O parlamento brasileiro é um dos mais corrompidos do planeta. O que tem de roubalheira lá dentro não há CPI (por maior que seja o número delas) que possa detectar. Nós somos o povo que mais paga impostos no mundo, a fim de financiar os rombos feitos pelos parlamentares e as conseqüentes CPIs, pois trabalhar para o bem estar dos eleitores nenhum deles se preocupa em fazer.
Só existe uma organização mais corrupta na face da terra e essa ficou tão rica que nem dá mais para criticar, pois a riqueza dela (que não pode ser calculada nem mesmo em bilhões de algarismos) consegue calar a boca de judeus, gregos e troianos, Enquanto isso, eu, coitadinha, depois de marretar a dita SEITA religiosa por mais de 10 anos, resolvi deixá-la entregue a Satanás (conforme Paulo costumava fazer com Alexandre e outros rebeldes do seu tempo), esperando que as passagens de Apocalipse 17-18 logo sejam cumpridas e essa Babilônia infernal seja atirada ao mar por um anjo de Deus (Apocalipse. 18:21).
Só existe no universo UM SER ONISCIENTE que pode descobrir e publicar os erros dos nossos parlamentares e Esse é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o único INCAPAZ de mentir e defraudar quem quer que seja. Para Ele não existe segredo algum no universo, nem pecado - por mais venial - que não seja revelado.
Há mais de 30 anos fui conhecer Brasília, junto com meu marido e a filha alemã, assunto do capítulo 9 do meu livro “Colar de Pérolas”, o qual conta nossa conturbada viagem feita ao Centro Oeste do Brasil.
Viajávamos para Goiânia, em 1964. O Schultze ia tirando 100 Km. em nossa Vemaguete cinza bruma, linda de morrer e novinha em folha!
A meta era Brasília, mas preferimos ir antes a Goiânia, para depois ficarmos mais tempo em Brasília, cidade que ele já conhecia, mas eu não.
Lembro-me que, logo depois de Belo Horizonte, por engano, ele tomou a estrada de Monlevade e nos perdemos. Até que um furacão nos arrastou para fora da pista. Paramos, consultamos o Guia 4 Rodas, e voltamos à BR. 040, ou BR. 3, como era chamada. Lá pelas oito horas da noite chegamos a Três Marias, sob uma chuva fina e persistente, e fomos para o melhor hotel. Tomamos um banho quente e um jantar frio e caímos na cama, exaustos.
Às duas horas da manhã acordei com um baque surdo no banheiro. Olhei a cama do Schultze, estava vazia. Corri para socorrê-lo e encontrei-o caído de bruços, em cima do bidê, com um filete de sangue escorrendo da testa. Chamei-o e não obtive resposta, pois havia perdido os sentidos. Passei momentos de extrema angustia, tentando reanimá-lo, depois o levei para a cama, apoiado em meu braço. Fiz-lhe um bom curativo e logo em seguida ele adormeceu. Ele tinha um problema neurológico da época da II Grande Guerra e desmaiava, assim, de repente. Tratava-se de uma epilepsia traumática. Tentei dormir após o acidente, mas a sujeira do banheiro me punha nervosa. Levantei, peguei o pijama do Schultze que fora trocado por um limpo, já que estava ensopado de sangue. Ia limpando o banheiro com o mesmo, lavando-o sempre, até que tudo ficou em ordem. Gastei quase um tablete de sabão de coco. Depois me deitei e dormi um sono agitado, cheio de pesadelos.
No dia seguinte, os garçons nos olhavam intrigados, tentando adivinhar o tipo de “briga” que havíamos tido no quarto do hotel. 0 Schultze com um rombo na testa, coberto de gaze e esparadrapo. Eu com uma cara de quem vira fantasma. Fomos visitar a Represa e logo em seguida prosseguimos a viagem. Ele voltou a dirigir na base de 100-120 Km horários e eu esperava a morte em cada curva. Olhava a Margarete, na beleza platinada dos seus quase 8 anos, e pensava amargurada: “coitada da minha filha. Tão pequena e tão linda e vai morrer hoje”. Tentei rezar (era católica), mas a tensão era tanta, que as palavras saíam sem nexo, desprovidas de fé e esperança. Naquele dia o único sentimento que eu ainda podia conservar dentro do meu turbulento coração era o amor. Amor por meu marido, amor por minha filha, amor por minha vida. E talvez tenha sido esse amor que nos conservou vivos, porque ele vinha do próprio Deus!
Chegamos vivos em Goiânia. Tomamos banho, jantamos e em seguida fomos dar um passeio pelo centro da cidade. Foi a primeira vez que eu comi feijão tropeiro e gostei. A cidade também me agradou muito. Era limpa, bem traçada e aconchegante. De repente, as comportas da minha represa emocional se abriram, com mais intensidade que a de Três Marias. Chorei, chorei e chorei. Até me desfazer daquela tremenda tensão emocional.
Naquele tempo eu ainda não havia lido PAULO. Hoje releio pela centésima vez os versos 31-32 do oitavo capítulo de Romanos: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?”
Você tem razão, PAULO. Ele sempre foi por mim, quando vi a morte tantas vezes, meu marido dirigindo como louco, sujeito a um desmaio, de repente. Ainda hoje, porém, estou viva e inteira. Porque esse Deus maravilhoso, que não poupou o Seu próprio Filho, tem me poupado sempre, através do Seu Filho! Se eu pudesse abrir as mentes das pessoas que eu amo e colocar lá dentro a Verdade do Evangelho de Cristo! Seria bom demais! JESUS indaga se quando Ele regressar a este planeta ainda encontrará fé... (Lucas 18:8). Então, ELE deve estar vindo por ai. A fé é coisa tão rara, que se alguém a possui, tem de louvar a Deus, desde o raiar do dia, até o sol posto.

E voltando a Brasília, uma cidade que tanto me pareceu detestável que nunca mais eu lá voltei, vejam o que recebi hoje de um irmão batista fundamentalista bíblico, o qual tem a mesma idéia que eu tenho a respeito dessa metrópole campeã da corrupção.

“Cientistas da Universidade de Brasília e da USP descobriram que a distância da superfície até o manto terrestre no Distrito Federal varia de 36 a 44 quilômetros. Ou seja, Brasília está muito próxima de temperaturas que chegam a 4 mil graus Celsius.
Esta é a primeira vez que a medição é realizada no Brasil. Embora seja comum em países desenvolvidos para a análise do solo, e para prever abalos sísmicos e descoberta de reservas minerais”.
http://www.duplipensar.net/diario/
Meu irmão H.F. acrescenta, apropriadamente: Será mera coincidência que Brasília esteja tão próxima do inferno?
A tão sábia pergunta eu responderia sem hesitação: Para Deus não há coincidências. Ele é Onisciente e já sabia, antes da fundação do mundo (e de Brasília) que ali haveria um contínuo vapor de enxofre sendo exalado dos corpos e mentes corruptas dos parlamentares nacionais.
Paulo diz na 1 Timóteo 6:10: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”.
Nenhum político se candidata ao parlamento brasileiro, pensando em ajudar o povo. Todos eles só querem enriquecer à custa de fraudes, do tráfico de influências, nas quais corre o dinheiro fácil que lhes cai nos bolsos e nas contas bancárias.
Pelo menos uma vantagem eu tenho, depois de ter chegado aos 70 e muitos anos: Não dou mais um voto a nenhum desses canalhas, pois político sério e honesto - neste país - nasceu morto!
Todos eles deveriam ficar nos presídios de segurança péssima, que temos espalhados pelo Brasil.

Mary Schultze, agosto 2006.

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