Os gemidos da natureza pela volta do Senhor Jesus:onda de calor em pleno inverno provoca alerta na Itália
Estas anormalidades do clima mundial pouco são influenciadas pela emissão de gás carbônico na atmosfera. A grande verdade, é que o aumento da iniqüidade no planeta, algo sem precedentes na história da humanidade, faz com que a natureza clame pela vinda de nosso Senhor Jesus (o verdadeiro e não o falso cristo que virá primeiro).
Onda de calor em pleno inverno provoca alerta na Itália
18:52
(AFP) ROMA - O clima primaveril registrado na Itália, com árvores floridas e temperaturas por volta dos 18 graus em pleno inverno boreal, alerta as autoridades da península, que temem perdas na agricultura, secas e apagões elétricos. Os quatro maiores climatologistas do país foram convocados nesta segunda-feira por funcionários do serviço de Defesa Civil para analisar a situação e estabelecer se o fenômeno é passageiro ou um mal maior.
18:52
(AFP) ROMA - O clima primaveril registrado na Itália, com árvores floridas e temperaturas por volta dos 18 graus em pleno inverno boreal, alerta as autoridades da península, que temem perdas na agricultura, secas e apagões elétricos. Os quatro maiores climatologistas do país foram convocados nesta segunda-feira por funcionários do serviço de Defesa Civil para analisar a situação e estabelecer se o fenômeno é passageiro ou um mal maior.
"Diante das mudanças climáticas, deve-se agir ao nível local, mas pensar ao nível global, porque se trata de um fenômeno planetário que exige todos os esforços possíveis", advertiram em um comunicado. "A Itália está doente, a natureza enlouqueceu", destacou o jornal Il Messaggero, que analisa as conseqüências de uma primavera antecipada.
Nos Alpes, onde os italianos costumam organizar a chamada semana branca para esquiar, foram registradas temperaturas de 22 graus ao meio-dia neste fim de semana, as mais altas para esta época do ano, razão pela qual não há neve nas estações de esqui e muitas instalações tiveram que fechar.
Se dezembro foi o mês mais quente desde que começaram a ser registradas as temperaturas na Itália, em 1860, o ano de 2006 foi o mais quente e o quinto mais seco, segundo dados da estação meteorológica da Universidade de Modena (norte).
Em cidades do norte como Aosta, Turim, Trieste, Milão e Veneza, onde em janeiro de 2006 as temperaturas variaram entre 2 e 6 graus, os termômetros têm oscilado neste ano entre 7 e 13 graus. A Defesa Civil não descarta a possibilidade de declarar "estado de calamidade".
Se não chover no próximo mês, "o nível de todos os rios da península chegará ao mínimo histórico, há possibilidades de escassez de água para irrigações e o sistema de resfriamento das centrais elétricas será afetado por apagões constantes", advertiu Bernardo de Barnardinis, especialista da Defesa Civil.
Já o chefe da organização, Bruno Bertolaso, admitiu o temor de que se repita em 2007 o sucedido em 2003, quando uma onda de calor causou milhares de mortos em toda a Europa, em particular na França, onde centenas de idosos morreram vítimas do clima sufocante.
O inverno quente, seguido de um outono suave, ameaça a produção agrícola, já que boa parte dos cultivos amadureceram antes do tempo, dois ou três meses antes de seu ciclo biológico, e se chegarem geadas, serão destruídos. "O mundo agrícola está preocupado", disse Enzo Mastrobuoni, da Confederação de Agricultores (CIA).
As árvores frutíferas, como os abricoteiros e as amendoeiras, estão florescendo. "Estão em uma fase de crescimento típica da primavera", informou a CIA.
As plantações de milho chegaram a medir 20 centímetros, as abelhas começaram a pôr ovos, os porcos estão perdendo seu ciclo de reprodução normal, os melros anteciparam em um mês e meio a construção de ninhos e as borboletas ressurgiram.
Calcula-se que as perdas nos setor agrícola possam chegar a um bilhão de euros (1,29 bilhão de dólares), segundo estimativas do Coldiretti, o sindicato dos agricultores. Poucas vezes na história da península os italianos tiveram que trocar um programa nas montanhas no segundo fim de semana de janeiro por um passeio na praia.
Não há observador, especialista ou autoridade que não aponte o efeito estufa como um dos fatores responsáveis pela mudança climática. (será mesmo, o efeito estufa???)
Um estudo da União Européia, divulgado recentemente, sustenta que o futuro é sombrio para os países do Mediterrâneo e estima que em menos de 50 anos os moradores do Norte da Europa passarão as férias em seus próprios litorais, enquanto Itália, Grécia e Espanha sofrerão com um calor insuportável, secas e cidades como Roma e Veneza desaparecerão sob as águas.

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