O pecado e a degeneração da natureza
Nesta semana, a terra tremeu em São Paulo e em outros 4 Estados Brasileiros. Em dezembro de 2007, um terremoto sacudiu um vilarejo da cidade de Itacarambi, no norte de Minas Gerais. Eis a pergunta, o que está acontecendo com a natureza, diante de tantos fenômenos estranhos e macabros.
A natureza está regindo ao aumento sistemático da iniqüidade e da degeneração moral da espécie humana. Neste mês de abril, a mídia brasileira tem faturado com autos índices de audiência em decorrência do assassinato bárbaro da menina Isabela Nardoni, arremessada do sexto andar de um edifício em São Paulo. O caso Isabela é o mais notório de uma série iniqüidades gratuitas que vem acontecendo neste mundo nos últimos dias. No mês passado, uma empresária foi presa em Goiânia, no Estado de Goiás, ao ser denunciada por tortura e maus tratos com uma menina de 12 anos. Neste mesmo Estado, também foi encontrado um crânio de uma menina de 9 anos, após ser aliciada, violentada e morta por um facínora. Adolescentes, no Estado de Indiana, nos EUA disponibilizaram um vídeo pelo qual eles estavam agredindo gratuitamente uma outra adolescente.
Estes e muitos outros atos bárbaros cometidos pela espécie humana, tem ocorrido em todos os lugares, entre todas as classes sociais, a cada instante e se multiplicam em progressão geométrica.
A Bíblia, nos revela que o homem e o seu orgulho, ao desejar ser igual a Deus, provocou a queda da espécie humana- a isto ela chama de Pecado- e desde então iniciou-se um processo de degeneração não apenas da espécie humana ( daí veio as doenças e a morte), como também de toda a natureza. A maior prova empírica desta degeneração vem da própria ciência através da segunda lei da termodinâmica, também conhecida como Lei da Entropia, que diz que um sistema caótico, se deixado ao acaso, tende a aumentar o seu caos, impõe que deva existir um fator subjacente que explique esse problema de medição, tornando praticamente impossível jogar ao acaso a formação de nosso Universo. Em outras palavras, um sistema de baixa entropia (organizado) tenderá sempre a aumentar sua entropia, desorganizar-se caoticamente buscando um "equilíbrio", no significado físico desse termo. Num sistema fechado a entropia nunca diminui.
Satanás, o patrono da mentira, tenta distorcer esta afirmação, mediante uma falácia: a falácia da evolução. Que a natureza e a espécie humana estão em franco processo de evolução, além disso tem lançado uma outra falácia, a do Big Bang, que afirma que o universo surgiu do mero acaso após uma explosão. Isto é tão absurdo quanto dizer que se jogasse uma banana de dinamite num ferro velho e como resultado desta explosão saísse uma frota de ferraris, zero quilômetro.
Todo Universo, portanto saiu de um sistema ordenado, e com o pecado, veio todo este processo degenerativo, irreversível que abrange tudo e todos. Nada escapa neste nefasto processo. Felizmente, Deus, em sua infinita graça e misericórdia, não desistiu da humanidade, apesar de toda ignomínia e mediocridade do Homo Sapiens, decorrentes do pecado e do inevitável destino lúgubre e desgraçante da espécie nos amou e como maior prova disto, deu seu único filho ( Jesus Cristo), que encarnou, viveu e aprendeu a obediência como homem, foi rejeitado pelo mundo e pela mesma humanidade sórdida ao morrer numa cruz e lá servir de expiação por todos os nossos delitos, pecados e iniqüidades. Ressuscitou três dias depois, derrotando definitivamente a morte, o mundo, satanás e o pecado.
O processo degenarativo da humanidade, do universo e da natureza terá seu derradeiro fim quando Cristo retornar pela segunda vez a esta Terra e consumar sua obra gloriosa da qual ele reservou para a humanidade redimida, a qual ele denomina, a Igreja. Não é a Igreja religiosa, mecânica, cheia de doutrinas e práticas inventadas por homens, mas uma Igreja viva, dinâmica e simples.
E você, o que prefere: a obra verdadeira e gloriosa de Cristo, que reverterá todo este processo nefasto ou dar crédito às mentiras infundadas por satanás, que o levará a perdição.
Que o Senhor tenha misericórdia do todos nós!

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