Thursday, July 31, 2008

Sistema Financeiro Internacional: um câncer guiado por satanás

A espiral dos juros compostos é a ruína do equilíbrio social

As pessoas se julgam em segurança. Fato é: a única real segurança nesta vida se traduz no dia onde a morte aparecerá nos nossos olhos e de que uma eternidade nos espera perto ou longe do Onipotente Cristo. Tudo que compreende entre o nascimento e a morte se submete a uma inerente insegurança e que – dependendo do caso – pode ser mais ou menos influenciável.

O que isso tem a ver com a atual crise financeira?

Também os indivíduos do sistema financeiro se julgam em segurança e tentam constantemente excluir ou negar potenciais inseguranças. Responsável aqui é um possível condicionamento psicológico.

O atual sistema financeiro terá que ver também diante de si a morte, conforme prevê a revelação bíblica. Talvez você diga categoricamente – não! E justamente com esta resposta aparentemente condicionada é que não podemos concordar de forma alguma! Por que nosso sagrado mundo financeiro deveria continuar desta forma para todo sempre?

Mas é isso que Bernanke, Paulson & Co. insistem em que acreditemos - NR.

De forma bem simples: a explicação repousa na existência de diversas formas de crescimento.
Nós seres humanos, por exemplo, crescemos fortemente até completarmos 20 anos – acelerado desenvolvimento corporal, espiritual e moral. A partir deste ponto, todavia, o desenvolvimento corporal abranda - quantidade é substituída por qualidade. Agora o desenvolvimento do corpo está quase completo e outras regiões são "passíveis de crescimento". Mais tarde, algumas funções orgânicas começam a diminuir e enfraquecer após certo período, até a entrada inevitável da morte. Este é o ciclo natural da vida.

Analogamente, junto ao crescimento "natural" descrito, existem também outras formas de crescimento, como por exemplo, o linear ou exponencial. Este último nos interessa em particular.
Mas qual e a relação disso tudo?

O atual sistema financeiro se baseia em um mecanismo exponencial, conhecido por juros compostos. Estes juros sobre juros contribuem para que a quantidade de dinheiro deva sempre aumentar exponencialmente, a fim de manter vivo o sistema de papel moeda, nosso sistema de crédito. Não considerando suas maléficas conseqüências (leia-se inflação), isto é um sagrado mandamento econômico.

Os juros compostos foram denunciados e combatidos pelo Deus Filho Onipotente, também conhecido como Jesus Cristo. O seu senhorio e seu Reino vindouro também tenha sido combatido pelo comunismo, nazismo,capitalismo, islamismo ou qualquer outro "ismo", sempre ocorreu e ocorrerá até que ele retorne. Afinal este sistema falido o odeia, assim como seus discípulos.

Este mandamento econômico está em total contradição com aquelas leis naturais, as quais predizem que onde exista um crescimento exponencial (anormal), não estão muito longe as doenças, e em última instância a morte (sinônimo: o fim, colapso, êxodo etc). Pense um pouco nas células cancerígenas (crescimento exponencial "positivo") ou então no decaimento radioativo (crescimento exponencial "negativo"). Ambos os casos são análogos.

E agora, alguém teria talvez a idéia de considerar os juros sobre juros como um latente câncer ou uma ameaça nuclear do nosso sistema financeiro mundial? O que se estaria aqui pensando, não?
Em seu livro "Luta contra as Altas-Finaças", Gottfried Feder não demonstra qualquer sombra de dúvida sobre isso - NR.

Não me entenda mal. Eu não afirmo que um crescimento exponencial seja impossível per se. Eu estou convencido, entretanto, que este tipo de crescimento seja só possível dentro de um limitado período e é finito.

O resto é conhecido. Tal forma de crescimento exponencial provoca alocações desequilibradas do capital, do tipo "os ricos se tornam mais ricos, e os pobres mais pobres". O estopim para conflitos sociais está a postos e pode explosivamente levar a um inferno social de proporções inimagináveis.

E você ainda é da opinião que tudo será como foi até agora? Você se julga em segurança? Para todo o sempre? Em caso positivo, continue confiando leal e incondicionalmente neste sistema pútrido e moribundo de crédito e todas suas abstrusas formas de manifestação. Em caso negativo, pense no caso deste artificial crescimento exponencial. Pense na única alternativa que é Jesus Cristo, a verdade per se e não uma invenção religiosa ou uma vã filosofia. Somente ele nos garante a tão esperada paz e segurança que este sistema satânico jamais poderá nos oferecer.

"Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na instabilidade das riquezas, mas em Deus (Cristo Jesus), que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos".

I Timóteo 6.17

Wednesday, July 02, 2008

A escola dos Nardoni faz sucesso no país: mãe atira bebê do sexto andar em Curitiba

CRUELDADE
Bebê é jogado do sexto andar pela mãe
Sem demonstrar remorso, auxiliar de enfermagem confessa ter atirado a filha de 8 meses da janela do prédio em que ambas moravam, no Centro de Curitiba. Menina morreu sobre laje

Curitiba – Alegando incompetência para cuidar da filha Mariana Damiani Teixeira, de 8 meses, a auxiliar de enfermagem Tatiane Damiani, de 41 anos, confessou ter jogado a criança pela janela do sexto andar de um edifício no Centro de Curitiba, onde as duas moravam, na segunda-feira à noite. A menina morreu ao cair sobre a laje lateral do prédio. “Eu queria me livrar da Mariana, não queria cuidar”, alegou.
A polícia pediu exames de sanidade mental, mas já a indiciou por homicídio doloso. Tatiane tem curso superior de enfermagem e deveria ser levada ainda ontem ao Complexo Penal Feminino, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.
O Corpo de Bombeiros foi alertado, por volta das 21h30, para fazer atendimento no local, porque uma mulher queria se jogar de uma das janelas. Quando chegaram, porém, algumas pessoas de prédios vizinhos já tinham avistado a criança caída na laje. “Eu estava na portaria, e o pessoal me pediu para verificar que tinha uma criança que caiu do prédio ou tinha sido arremessada”, informou o porteiro Hélio Fagundes. No mesmo momento, outros moradores conseguiram demover Tatiane da idéia de se matar.
“Ouvi as mulheres gritando para que ela não se jogasse; em seguida, fui até o térreo para ver o que tinha acontecido. Os policiais estavam chegando e fui ao apartamento de onde a criança foi jogada. A mãe da criança estava sentada no sofá com outras duas senhoras tentando confortá-la", relatou o morador Igor Dutra.
Tatiane foi presa em flagrante. A frente do edifício foi tomada por populares. A polícia precisou entrar com o carro no estacionamento do prédio para que Tatiane não fosse linchada. Os gritos de assassina foram ouvidos quando ela deixava o local.
À delegada Eunice Vieira Bonome, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), a mãe disse que, depois de cumprir seu horário de trabalho no Hospital de Clínicas, onde está há cerca de 13 anos, foi à creche pegar a criança, levou-a para o apartamento e deu comida. Depois, teria pegado um banquinho, colocado a criança no parapeito e simplesmente empurrado. E, com a mesma naturalidade, teria sentado no parapeito para também se jogar. A delegada disse que vai ouvir os moradores para saber os argumentos usados para demovê-la dessa idéia. Tatiane destacou que foi incompetente para se matar. “Sou covarde”, afirmou.
Em entrevista na manhã de ontem, ela não apresentou nenhum argumento consistente para seu ato. Com ausência total de emoção, disse apenas que queria se livrar da filha. “Para não precisar dar banho, não precisar trocar, não precisar cuidar, não precisar alimentar. Eu achava que entre nós não existia nada”, justificou.
Afirmação contestada pela mãe de Tatiane, Raquele Damiani. “Ela tinha cuidado com a criança”, disse a avó, que saiu às 19h de segunda-feira de Colorado (RS) e chegou em Curitiba às 7h, momento em que ficou sabendo da tragédia.
Segundo Raquele, quando a criança nasceu, ambas ficaram por quatro meses no Rio Grande do Sul. “Ela sempre cuidou dela; eu nunca dei banho, sempre ela deu banho, era bem cuidada; nunca, nunca, nunca judiou dela", afirmou. Entre os moradores do prédio também não apareceu nenhum que criticasse as atitudes de Tatiane em relação a eles ou à criança.

"Eu queria me livrar da Mariana, para não cuidar, não precisar dar banho, não trocar e não alimentar" • Tatiane Damiani, de 41 anos, auxiliar de enfermagem