Que Amor é Este?
Está cada vez mais freqüente os crimes envolvendo a instituição familiar: pais que matam filhos, filhos que matam pais (muitas vezes para sustentar o vício das drogas), maridos (namorados) que matam suas esposas (namoradas) e vice-versa.
O sensacionalismo midiático aproveita estes fatos para alavancar a audiência e correm atrás destes infortúnios como um abutre vai ao matadouro procurar carniça, enchendo a grade de programação com programas policialescos boçais, prestando um desserviço de inutilidade pública em que nada acrescenta a esta sociedade cada vez mais chafurdada na iniqüidade e no pecado. Ocorre até o contrário: retroalimenta cada vez mais a baixaria e o estado cada vez mais sombrio da espécie humana, alienada do eterno propósito de Jesus Cristo.
Na última sexta-feira (17/10), a cidade de Santo André, na Região Metropolitana de São Paulo foi destaque na imprensa nacional e internacional, quando um seqüestrador fez sua ex-namorada refém por mais de quatro dias e no entardecer cinzento deste dia ele a executa barbaramente com dois tiros, um deles na cabeça.
Durante as negociações com a polícia, assim como em muitos outros crimes deste tipo, dizia que estava fazendo isto por amor. Mas que amor é este? Possessivo, odioso, inconseqüente, cheio de ciúmes, fútil, superficial e egocêntrico, como ensinam as novelas e os filmes. Contudo isto está muito distante do verdadeiro amor preconizado na Palavra de Deus: a Bíblia. Na primeira carta aos Coríntios, o Apóstolo Paulo mostra que o amor é altruísta, simples, não se deixa levar pelo orgulho e que muito menos seja possessivo e ciumento. Na verdade, tais fatos refletem o estado de degeneração entrópica cada vez mais latente da espécie humana (veja II Timóteo 3.1-16), cada vez mais egocêntrica e indomável.
Que o Senhor Jesus em seu infinito amor e misericórdia nos conduza ao seu eterno e glorioso propósito e que o anelo pela sua segunda vinda aumente cada vez mais. Pois ele é a única solução e esperança. Algo que este sistema mundano falido recusa admitir.
O sensacionalismo midiático aproveita estes fatos para alavancar a audiência e correm atrás destes infortúnios como um abutre vai ao matadouro procurar carniça, enchendo a grade de programação com programas policialescos boçais, prestando um desserviço de inutilidade pública em que nada acrescenta a esta sociedade cada vez mais chafurdada na iniqüidade e no pecado. Ocorre até o contrário: retroalimenta cada vez mais a baixaria e o estado cada vez mais sombrio da espécie humana, alienada do eterno propósito de Jesus Cristo.
Na última sexta-feira (17/10), a cidade de Santo André, na Região Metropolitana de São Paulo foi destaque na imprensa nacional e internacional, quando um seqüestrador fez sua ex-namorada refém por mais de quatro dias e no entardecer cinzento deste dia ele a executa barbaramente com dois tiros, um deles na cabeça.
Durante as negociações com a polícia, assim como em muitos outros crimes deste tipo, dizia que estava fazendo isto por amor. Mas que amor é este? Possessivo, odioso, inconseqüente, cheio de ciúmes, fútil, superficial e egocêntrico, como ensinam as novelas e os filmes. Contudo isto está muito distante do verdadeiro amor preconizado na Palavra de Deus: a Bíblia. Na primeira carta aos Coríntios, o Apóstolo Paulo mostra que o amor é altruísta, simples, não se deixa levar pelo orgulho e que muito menos seja possessivo e ciumento. Na verdade, tais fatos refletem o estado de degeneração entrópica cada vez mais latente da espécie humana (veja II Timóteo 3.1-16), cada vez mais egocêntrica e indomável.
Que o Senhor Jesus em seu infinito amor e misericórdia nos conduza ao seu eterno e glorioso propósito e que o anelo pela sua segunda vinda aumente cada vez mais. Pois ele é a única solução e esperança. Algo que este sistema mundano falido recusa admitir.

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